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domingo, 3 de fevereiro de 2013

2ª Declinação

                                                   SINGULAR

                                       m              f            vir           n
Nominativo                     us             er            ir           um
Vocativo                         e              er            ir           um
Genitivo                           i               i              i             i
Dativo                             i               i              i             i
Ablativo                          o              o            o            o
Acusativo                       um           um          um          um


                                                  Plural

                                     m              f            vir            n
Nominativo                    i               i              i              a
Vocativo                        i               i              i              a
Genitivo                        orum         orum       orum       orum
Dativo                           is              is             is            is
Ablativo                        is              is             is            is
Acusativo                      os             os            os          os


Declinando Palavras
Servus, i

Singular
Nominativo Servus
Vocativo     Serve
Genitivo      Servi
Dativo         Servo
Ablativo      Servo
Acusativo    Servum

Plural
Nominativo Servi
Vocativo     Servi
Genitivo      Servorum
Dativo         Servis
Ablativo      Servis
Acusativo    Servos


amicus, i


Singular
Nominativo Amicus
Vocativo     Amice
Genitivo      Amici
Dativo        Amico
Ablativo      Amico
Acusativo   Amicum

Plural
Nominativo Amici
Vocativo     Amici
Genitivo      Amicorum
Dativo         Amicis
Ablativo      Amicis
Acusativo    Amicos


discipulus, i


Singular      
Nominativo   Discipulus
Vocativo       Discipule
Genitivo        Discipuli
Dativo          Discipulo
Ablativo       Discipulo
Acusativo     Discipulum

Plural
Nominativo  Discipuli
Vocativo      Discipuli
Genitivo       Discipulorum
Dativo          Discipulis
Ablativo       Discipulis
Acusativo     Discipulos

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Mais traduções

Português para o Latim

Os Marinheiros comunicam a vitória aos habitantes = Nautae incolis victoriam nuntiant

A vigilância dos marinheiros salva pátria = Nautarum vigilantia patriam servat

A rainha passeia com as criadas = Regina cum ancillis ambulat

Os Habitantes dão água aos marinheiros = incolae nautis aquam dant

Os desertores não amam a pátria = Perfugae patriam non amant

Passeamos com a rainha = Cum regina ambulamus

As mulheres preparam a refeição para os lavradores = feminae agricolis coenam parant

A economia embeleza a vida dos trabalhadores = parcimonia vidam agricolarum ornat

As estátuas dos poetas embelezam a pátria = Poetarum statuae patriam ornant

Os habitantes mostram a ilha aos desertores = incolae  insulam perfugis monstrat

Latim para o português

Regina nautis pecuniam dat = A rainha dá dinheiro aos marinheiros

Nautarum filiae cum regina ambulant = As filhas dos Marinheiros passeiam com a Rainha

Agricolae Parcimoniam laudatis = Louvais a economia do lavrador

Reginis laetitiam Damus = Damos a alegria às Rainhas

Araneae et muscae insulam occupant = Aranhas e moscas ocupam a ilha

Nautarum prudentiam et agricolarum amicitiam laudas = louvas a prudência dos marinheiros e a amizade dos lavradores

Reginae Laetitiam, ancillis pecuniam do = Dou alegria à rainha, dinheiro às escravas

Columbae et aquilae reginis laetitiam dant = As Pombas e As águias dão alegria as rainhas

Tubae pugnam insularum incolis nutiant =  As Trombetas anunciam a batalha aos habitantes da ilha

Aqua insulis vitam dat = A Água dá vida às ilhas



quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Exercícios de latim com verbo

Conjugação verbo Illustro

Tema ou Radical = Illustr

Illustro
Illustras
Illustrat
Illustramus
Illustratis
Illustrant

Português para o latim

As águas regam a terra = Aquae terram rigant

 A lua mostra o caminho aos marinheiros = Luna nautis viam monstrat

Os marinheiros ocupam a ilha = Nautae insulam occupant

A filha da rainha chama as pombas = Filia reginae columbas vocat

A turba louva os marinheiros = Turba nautas laudat

As fábulas dos poetas deleitam as moças = Fabulae poetarum puellas delectant

Poeta, por que não louvas a justiça? = Poeta, cur justitiam non laudas?

A sombra dá alegria aos agricultores = Umbra agricolis laetitiam dat

Por culpa do poeta o marinheiro prepara a fuga = culpa poetae Nauta fugam parat

Louvamos a atividade das criadas = industriam ancillarum laudamus

Latim Para o Português
Poetae linguam Graeciae amant = Os poetas amam a língua da grécia

Coronae reginas ornant = As Coroas adornam as rainhas

Laetitiam nautis das. = Proporcionas alegria aos marinheiros

Gloriam patriae do. = Dou gloria à patria.

Agricolas laudamus = Louvamos os agricultores

Incolas silvarum laudatis = Louvais os habitantes das selvas

Victoriam nuntiamus = Anunciamos a vitória

Aqua insulas circumdat = A água circunda as ilhas

Nautarum vigilantia patriam servat = A vigilância dos marinheiros conserva a pátria

Luna umbram fugat et terram illustrat = A lua afugenta a sombra e ilumina a terra



quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Exercícios Latim

Traduzindo frases do Português para o Latim


A filha da Rainha = Filia Reginae

A coroa da Filha = Corona Filiae

As coroas da Rainha = Coronae Reginae

As filhas das Rainhas = Filiae Reginarum

A pena das pombas = Pennam Columbarum

As penas da pomba = Pennas Columbae

Ó escrava da Rainha = O Ancilla Reginae

Ó Rainha das escravas = O Regina Ancillarum

Os Marinheiros da Rainha = Nautae Reginae

Os lavradores da Provincia = Agricolas provinciae

Para as criadas da filha da rainha = Ancillis filiae reginae

As penas da águia da filha da rainha = Pennae aquilae filiae reginae

Ó lavradores da Rainha =  Agricolae reginae

Ó rainha dos marinheiros = Regina nautarum

Pena para a asa da águia = Penna alae aquilae

Penas às asas das águias = Pennas Alis aquilarum

Traduzindo frases do Latim para o Português

Gloria Poetarum = A glória dos poetas

Victoria nautarum = A Vitória dos marinheiros

Fuga aquilae = A fuga da águia

Filiae Graeciae = As filhas da Grécia

Poetae victoriae = Para o poeta da vitória

Aquilis et columbis = Para as águias e pombas

O incola insulae = Ó habitante da ilha

Ignavia nautarum = Por covardia dos marinheiros

Laetitiae incolarum insularum = para a alegria dos habitantes das ilhas

Culpa filiae reginae = Por culpa da filha da rainha

Statuae poetarum patriae = As estátuas dos poetas da pátria

Agricolae et nautae filiae reginae = Os lavradores e para a filha da rainha

Poeta = Ó poeta


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Filosofia, por quê?

     Recentemente terminei de ler o livro "A Filosofia: O que é? Para que serve?" do prof. Danilo Marcondes em coautoria com a prof.ª  Irley Franco e em post futuro quero escrever a seu respeito. Neste post, contudo, partirei da pergunta bastante pertinente do seu subtítulo para relatar de modo rasteiro o meu interesse particular por esta disciplina.

     Para que serve a filosofia é uma pergunta muito comumente feita pelas pessoas. De que serve esta disciplina se ela não produz nada concreto? Qual a aplicação técnica que damos a ela? De que maneira o seu estudo ajudar-me-á para a consecução de uma vaga no competitivo mercado de trabalho? Acho que estas perguntas são válidas, todavia é comum também as pessoas emitirem opiniões a respeito da filosofia sem conhecê-la minimamente,  muitas vezes reduzindo-a simplesmente a visão de mundo, a qualquer texto que verse sobre sentido da vida (mesmo que da maneira mais pobre possível), a frases obscuras que intentam passar algo profundo, ou até mesmo confundindo com literatura.

     O autor apresenta diversas formas de se conceber a filosofia, de "produzí-la". Etc. No meu caso, foi uma dúvida específica que fez com que eu me interessasse por esta forma de conhecimento. Eu era um estudante de Engenharia, um curso no qual os estudantes, em sua esmagadora maioria, tem um nível muito baixo de reflexão. Reflexões a respeito dos fundamentos das disciplinas e conhecimentos que são aprendidos, bem como os significado subjacente dos artifícios matemáticos utilizados são completamente ignorados. O estudante de Engenharia limita-se a aprender a realizar seus cálculos "mecanicamente" e enquanto obtiver sucesso em resolver problemas concretos com isso ele permanecerá contente, além de também reputar-se gênio ou detentor de um conhecimento altamente complexo que outros reles mortais pertencentes aos demais cursos não são intelectualmente capazes de apreender. A falta de reflexão é tamanha que o dito "gênio" engenheiro, que se considera altamente racional e lógico, aquele que domina as mais refinadas ferramentas matemáticas, nem consegue aplicar estes "princípios racionais" (aliás ele nem é consciente desses princípios, e nem sabe o que é lógica) para outros problemas da vida, via de regra permanecendo miseravelmente no senso comum e ainda achando-se inteligente (também é digno de nota a deficiência em expressar-se e escrever corretamente).    

     Pois bem, eu era meio que assim. No entanto, nunca tive a segurança ontológica que as pessoas normalmente têm, de tal forma que muitas vezes estudar aquelas coisas visando somente passar e arranjar um emprego não faziam muito sentido pra mim, e eu queria dar um sentido à minha vida. Em razão de certos acontecimentos, De repente me fiz consciente do quão esmagadora é a pressão e a coerção que a sociedade e suas instituições exercem em nós indivíduos, e passei a questionar-me por que a sociedade é desta maneira, e por que ela não poderia ser de outra. Estas dúvidas, somadas à falta de sentido que eu atribuía ao curso de Engenharia ( não me entendam errado, é um excelente curso e tem pessoas inteligentíssimas, mas são poucos, assim como nos outros cursos) fizeram com que eu trocasse de curso, tornei-me um estudante de Ciências Sociais (de gênio passei a ser um daqueles aos quais Deus negou capacidades cognitivas avantajadas).

     Foi uma outra decepção. Acredito que pelo fato de ter vindo das Exatas, que possuem métodos mais consolidados e precisos, logo as questões originais que me levaram ao curso foram logo suplantadas por outra, qual seja, o que torna válido um conhecimento? É dizer, como podemos dizer que um conhecimento é correto, que tem reflexo no real?

     Diferentemente das ciências exatas e naturais, onde geralmente um determinado paradigma suplanta os outros e torna-se o dominante em um determinado momento histórico, nas ciências sociais vários coexistem. E no curso de ciências sociais o que percebo também é a mesma falta de reflexão a respeito dos fundamentos do que se faz, do que se estuda e do que se fala. A maioria das pessoas somente faz reproduzir discursos e aceitar os conhecimentos que lhe convém. A visão "do que eu acho de como as coisas tem que ser" importa muito mais do que "o que as coisas de fato são". A defesa de determinadas idéias e posturas acaba se tornando vazia e estéril; estas são motivadas muito mais por um sentimento de "vou pagar de revoltadinho, consciente e crítico, pois só eu sei pensar e não sou como o povo burro e alienado dominado pelo sistema" e toda série de clichês ("sabe pensar", mas não sabe sequer o básico de português e matemática), do que motivadas por uma séria e profunda meditação, reflexão e consequentemente convencimento intelectual.

     Imbuído dessas dúvidas é que me percebi interessado pela filosofia, pois talvez ela seja aquela com a qual eu possa solidificar uma estrutura sobre a qual  repousar-se-ão meus conhecimentos, e com a qual conseguirei ter uma maior segurança das minhas posições, ainda que certamente sempre repensá-las-ei.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

A Lesma atravessando o Jardim

       Devo iniciar este post enfatizando o marasmo por que passo e o sentimento de inutilidade que me corrói todos os dias. É angustiante o sentimento de ser um completo inútil, de nunca conseguir fazer aquilo ao qual você se propõe toda vez que levanta da cama. Pior, é não ter horário pra levantar e dormir, sintoma mais notório da falta de coisa útil a se fazer. A sensação de ver o transcorrer dos dias com uma tibieza de ânimo, permanecer inerte vendo a vida passar enquanto outras pessoas fazem algo, mas você aí na mesma lentidão de vida de uma lesma que atravessa um jardim. Por isso começo a escrever algo aqui, sem na realidade ter algum assunto sobre o qual escrever, escrevo somente para fazer algo, desenvolver uma postura ativa e não ser somente um receptor passivo e acrítico de informações que a todo momento me são bombardeadas. Este exercício pode ser salutar em alguns aspectos. Assim, quem sabe, desenvolvo uma melhor atividade de escrita, bem como posso sistematizar melhor meus pensamentos, pô-los em ordem, de tal forma a ficar mais claro algum sentido para a minha ação neste mundo e na minha vida efêmera, pois me parece que a partir de um dado momento perdi minha segurança ontológica e não consigo viver a plenitude de meus dias. Talvez comece arrolando as minhas fúteis principais preocupações no momento, com o fim de, como supracitado, melhor entender-me, funcionando mais ou menos como uma espécie de confissão ou meditação. 


       Simplesmente tenho, por teimosia talvez, certa fé nas minhas capacidades. Acho que talvez seja capaz de algo acima da média, talvez este seja um vício que carrego comigo. A questão é que não consigo direcionar toda esta presumida capacidade a nada. Pior, não consigo aparentemente gostar de nada e viver minha vida normalmente, porquanto no momento me vejo escravo do deste sentimento exposto, achando que devo empregar minhas energias em algo para conseguir de certa forma me destacar. Mas para que isso? Qual a importância disso? Sentir-me seguro, alguém de valor? E esta segurança adviria somente de uma satisfação comigo mesmo, interna; ou, pelo contrário, porque assim as pessoas me veriam de outra forma e isso de deixaria contente? Se por um acaso este objetivo fosse concretizado, eu seria mais feliz e passaria a viver minha vida tranquilamente? Usufruindo de tudo que ela pode me oferecer? A verdade é que não sei.


       Não sei o que fazer, e o tempo passa, e quanto mais o tempo passa, mais difícil as coisas vão ficando. Sinto que tenho obrigações para com outras pessoas, e gostaria de ver-me livre delas, livre de ter de dar satisfações. Este seria, quiçá, um primeiro passo para a tranquilidade espiritual tanto almejada. O grande problema é minha falta de foco, já que quero abraçar o mundo inteiro, correndo sério risco de tornar-me um pato: alguém versátil, com uma ampla variedade de habilidades, porém sem saber executar nenhuma delas com maestria. E a maestria é algo que me desperta um grande interesse, sabe-se lá o porquê. 

     Descobrir os princípios e valores por trás das minhas ações talvez sejam o primeiro passo para uma maior consciência e segurança das minhas atitudes doravante. Tendo este conhecimento como base, é possível viver uma vida com maior responsabilidade, mais consciente de mim mesmo, mais integrado comigo, sem precisar refletir a todo momento a respeito daquilo que faço e de quem sou.

domingo, 18 de março de 2012

Vagueza obscura desnorteante

Quais as razões últimas para a escolha e execução de um objetivo?

O seu objetivo permanece o mesmo, independente do que os outros alcancem?

Deve-se fazer algo pelo gosto e prazer, ainda que esse algo seja meio ou fim, não para sentir-se reconhecido por fazê-lo.

As pessoas não lhe reconhecerão ou importar-se-ão com você por sua atividade, ao menos não as que importam.

As que importam já se importam com você.